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A lei da colheita
Nossos pensamentos, atos e palavras voltam a nós, mais cedo ou mais tarde, e com uma espantosa exatidão. Tal é a lei da colheita, isto é, do retorno. Tudo aquilo que semeamos vamos colher.
O mundo gira e nós giramos juntos. Não tenha dúvidas que nessas inúmeras voltas dadas, certamente, reencontraremos os nossos próprios pensamentos e atos, que vêm como flechas apontadas à nossa consciência e ao nosso coração. Um provérbio antigo diz: “nada acontece sem um espectador” (e um deles é a nossa consciência). Para que a tristeza não se materialize, é preciso eliminá-las do mundo da imaginação, dos nossos pensamentos. Com isso, estaremos evitando um mal maior. Se formarmos uma imagem ruim de algo ou de alguém, pior ela será para nós e para quem nos cerca.
Todo mundo vai conhecer a verdade um dia. É através dela que iremos nos libertar de todos os medos que nos atormentam. Iremos, assim, experimentar o cálice da liberdade, e tudo o que vier a nós, virá pelo conhecimento da lei espiritual, pela lei da colheita.
O mundo está colhendo tudo que semeou, porém, não devemos nos lamentar, ao contrário, devemos reagir em pensamentos positivos. Os desejos possuem muita força, e eles sempre devem ser conduzidos objetivando o bem e a justiça, caso contrário, produzirão confusões e ruínas, como no passado, quando pensados e materializados. O passo mais importante e o primeiro a ser dado é, com toda a nossa força interior, pedirmos com satisfação o que é justo. Devemos pedir, sempre, só o que nos pertence por direito.
"Uma senhora recebeu do Banco uma nota falsa, porém, só foi perceber quando chegou em casa, horas depois. Diante da situação, se viu sem saída. Como provar ao caixa que aquela nota havia saído do banco?
Depois do jantar, conversando com a família, foi lembrado que ela, dias antes, havia feito uma brincadeira com uma amiga, entregando-lhe várias notas de dinheiro de brinquedo. A moça, que estava precisando de uma ajuda financeira, ficou contente, mas, imediatamente triste ao perceber que não passava de uma brincadeira. O marido, que só ouvia, prontamente se manifestou dizendo: “É a lei da colheita. A única coisa a fazer é praticar o perdão e neutralizar a situação. Peça perdão à sua amiga e, em pensamento, perdoe o caixa do Banco”. Uma só situação para dois perdões. Por isso é que acontecem fatos inexplicáveis, que nos fazem buscar a verdade dentro de nós, pois é lá que ela está, fazendo-nos enxergar que as ações tem que ser praticadas por inteiro.
O conhecimento da lei da colheita nos dá o poder de “apagar erros”. Não podemos forçar o nosso mundo exterior a ser o que não somos interiormente, na nossa consciência, na nossa alma e no nosso coração. Se desejamos a riqueza, devemos ser, primeiro, ricos em nossa consciência. Existem pessoas que sabem distribuir bem o dinheiro, e, com isso, mais ricos ficam. Outros só pensam em poupar mais do que é justo, mas, logo empobrecem.
A lei da colheita sempre apoia aquele que gasta sem temor e com inteligência. Ela apoia quem sabe doar. Essa lei, que também é da graça, nos liberta de todos os medos e sofrimentos. É a lei da doação do amor.
Neste plano material, colhemos o que semeamos. Se semeamos pensamentos bons, de felicidade para o próximo, as dádivas divinas serão derramadas sobre o nosso coração. “Tudo que existe debaixo do céu lhe pertence”. Esse contínuo estado de prazer e de prosperidade aguarda aquele que conseguir equilibrar seus pensamentos no mundo material e espiritual, e que, diante das perseguições, dificuldades e obstáculos, diz no seu íntimo: “Eu só, com Deus, sou maioria”. O pensamento negativo só atrai aflição e desgosto. Na lei da colheita, os pensamentos profanos do agora são a doença do amanhã. Não falo da doença do corpo, mas da consciência, da alma, e saiba: ela dói profundamente no coração.
A história filosófica do mundo se resume em três pontos: fatalidade, causa e efeito (lei da colheita) e livre-arbítrio. Seja qual for o caminho que irá se abrir à sua frente, pense positivo, seja positivo e logo sentirá a força que o bem vai exercer em você.
Bernardino Nilton Nascimento
Fogo Interior
Estou na casa de uma amiga, num dia frio e cinzento, observando o crepitar do fogo num fogão campeiro.
Olhando para a lenha queimando, me veio a lembrança de que todos temos um fogo interno, uma chama que nos alimenta e move.
Quem já fez fogo num desses fogões ou em uma lareira, sabe que para manter o fogo ativo é preciso ir colocando lenha, não deixar que apenas restem pequenas brasas, porque nesse caso o fogo apaga e, sem fogo, não há calor.
O mesmo acontece com nosso fogo interno, aquele que nos leva adiante em nossos sonhos e projetos. Se não o alimentarmos com a “lenha” da intenção, ação, perseverança, coragem, auto-confiança, motivação, do amor e perdão; a chama diminui e se apaga. Sem fogo, não há calor, a vida perde muito do seu sentido. Às vezes é preciso colocar mais “lenha”, naquilo que estamos fazendo, não há fogo suficiente, é preciso observá-lo e alimentá-lo.
Assim como o fogo, que além de aquecer, também serve para produzir muitas coisas, inclusive nossos alimentos, nosso fogo interior produz evolução, crescimento, dá sentido e alimenta nossa existência.
E você? Como está seu fogo interno? Como está indo nessa caminhada chamada vida?
Você observa se precisa acrescentar mais lenha? Presta atenção em você mesmo? Em seus sentimentos e emoções? Em seus sonhos? O que faz para alimentá-los e torná-los possíveis?
Isso é fundamental para que seu caminho faça sentido, para que você não apenas passe pela vida, mas também produza algo que possa fazer sentido para os outros que habitam nesse planeta.
Me dei conta disso e resolvi alimentar meu “fogo escritor”, aquele que faz com que eu expresse sentimentos e vivências que possam de alguma forma servir de exemplo e contribuir para facilitar e melhorar a vida das outras pessoas.
Espero que minha escrita possa ajudá-lo a colocar mais “lenha” em sua vida também, esse é um dos meus sonhos.
CLAU LOTH/ Luz da Serra
HUMILDADE
Humildade é uma das melhores qualidades que uma pessoa pode ter.Não estou falando de submissão,de baixar a cabeça,de não ter opinião propria em relação a alguma coisa.Estou falando de Humildade.Qualidade que pouco tem se visto hoje em dia.Humlidade pra aceitar que errou,voltar atrás e pedir desculpa.Não importa quanto tempo passou,não importa o que se disse.
Humildade pra admitir que precisa de ajuda,que precisa de apoio pra sair de uma determinada situação.
Humildade pra calar,quando vemos que o nosso comentário pode magoar alguém,humildade pra calar pra evitar uma discussão fora de hora,humildade pra se despir do qualquer orgulho e dizer a uma pessoa que você ama,que a ama,e que gostaria que ela continuasse sempre na sua vida.
Humildade pra se relacionar com as pessoas,não importando quem elas sejam.Desde o guarda do seu prédio,o vendedor do supermercado,até ao mais alto estatuto.
Humildade pra fazer favores,pra ajudar,pra apoiar sem que com isso você se prejudique.Humildade pra agradecer as coisas que as pessoas fazem por nós,por mais pequenas que sejam.
A humildade não se esforça,não se finge,não se ensina,não se obriga.Ou a pessoa é humilde ou não é.Humildade nasce conosco.E essas pessoas são tão abençoadas,que trazem uma paz pra os lugares onde andam,deixam o ambiente mais leve.
Carregam qualquer coisa diferente consigo.Elas não exigem,elas pedem.Elas não gritam,elas falam,elas não fazem birras desnecessárias,elas entendem os outros.Elas não trazem um semblante fechado,elas sorriem.Parecem anjos que Deus mandou a terra por engano.
As pessoas boas de coração,a gente nem olha pra o fisíco.Não nos importamos com o seu tamanho,com a sua cor,com seus cabelos.Mas sim com o que ela traz por dentro.Elas tem uma alma que supera o seu lado exterior.
Já notou?A pessoa pode ser a mais linda do mundo,mas se não for humilde ou se for fútil,tudo se perde.Aquela beleza toda fica desvalorizada,porque a sua presença não é agradavel.
Tem pessoas que pensam que pessoas humildes acabam se dando mal por se doar tanto aos outros.Mas eu acho que não,elas no fundo ficam felizes por serem como são,ate porque o fazem de todo coração. Eu não desdenho de pessoas humildes,ao contrário,eu as respeito ,admiro e tenho um amor incodicional por elas.
Marta Medeiros
Humildade pra admitir que precisa de ajuda,que precisa de apoio pra sair de uma determinada situação.
Humildade pra calar,quando vemos que o nosso comentário pode magoar alguém,humildade pra calar pra evitar uma discussão fora de hora,humildade pra se despir do qualquer orgulho e dizer a uma pessoa que você ama,que a ama,e que gostaria que ela continuasse sempre na sua vida.
Humildade pra se relacionar com as pessoas,não importando quem elas sejam.Desde o guarda do seu prédio,o vendedor do supermercado,até ao mais alto estatuto.
Humildade pra fazer favores,pra ajudar,pra apoiar sem que com isso você se prejudique.Humildade pra agradecer as coisas que as pessoas fazem por nós,por mais pequenas que sejam.
A humildade não se esforça,não se finge,não se ensina,não se obriga.Ou a pessoa é humilde ou não é.Humildade nasce conosco.E essas pessoas são tão abençoadas,que trazem uma paz pra os lugares onde andam,deixam o ambiente mais leve.
Carregam qualquer coisa diferente consigo.Elas não exigem,elas pedem.Elas não gritam,elas falam,elas não fazem birras desnecessárias,elas entendem os outros.Elas não trazem um semblante fechado,elas sorriem.Parecem anjos que Deus mandou a terra por engano.
As pessoas boas de coração,a gente nem olha pra o fisíco.Não nos importamos com o seu tamanho,com a sua cor,com seus cabelos.Mas sim com o que ela traz por dentro.Elas tem uma alma que supera o seu lado exterior.
Já notou?A pessoa pode ser a mais linda do mundo,mas se não for humilde ou se for fútil,tudo se perde.Aquela beleza toda fica desvalorizada,porque a sua presença não é agradavel.
Tem pessoas que pensam que pessoas humildes acabam se dando mal por se doar tanto aos outros.Mas eu acho que não,elas no fundo ficam felizes por serem como são,ate porque o fazem de todo coração. Eu não desdenho de pessoas humildes,ao contrário,eu as respeito ,admiro e tenho um amor incodicional por elas.
Marta Medeiros
Absolvendo o AMOR
Absolvendo o Amor
Uma mulher namora um príncipe encantado por dois meses e então descobre que ele não é príncipe porcaria nenhuma, e sim um bobalhão que não soube equalizar as diferenças e sumiu no mundo sem se despedir. Mais um, segundo ela. São todos assim, os homens. Ela resmunga que não dá mesmo para acreditar no amor.
Peraí. Por que o amor tem que levar a culpa por esses desencontros? Que a princesa não acredite mais no Pedro, no Paulo ou no Pafúncio, vá lá, mas responsabilizar o amor pelo fim de uma relação e não querer mais se envolver com ninguém é preguiça de continuar vivendo. Não foi o amor que caiu fora. Aliás, ele talvez nem tenha entrado nessa história. Quando entra, é para contribuir, para apimentar, para dar sabor, para ser feliz. Se o relacionamento não dá certo, ou dá certo por um determinado tempo e depois acaba, o amor merece um aperto de mãos, um muito obrigada e até a próxima. Fique com o cartão dele, com os contatos todos, você vai chamá-lo de novo, vai precisar de seus serviços, esteja certa. Dispense namorados, mas não dispense o amor, porque este estará sempre a postos. Viver sem amor por uns tempos é normal. Viver sem amor para sempre é azar ou incompetência. Mas não pode ser uma escolha, nunca. Escolher não amar é suicídio simbólico, é não ter razão para existir. Não me venha falar de amigos e filhos e cachorros, essas compensações amorosas sofisticadas, mas diferentes. Estamos falando de homens e mulheres que não se conhecem até que um dia, uau. Acontece.
Segunda história. Uma mulher ama profundamente, é amada profundamente, os dois dormem embolados e se gostam de uma forma indecente, de tão certo que dá a relação, e de tão gostosa que são inclusive as brigas. Tudo funciona como um relógio que ora atrasa, ora adianta, mas não pára, um tiquetaque excitante que ela não divulga para as amigas, não espalha, adivinhe por quê: culpa. Morre de culpa desse amor que funciona, desse amor que é desacreditado em matérias de jornal e em pesquisas, desse amor que deram como morto e enterrado, mas que na casa dela vive cheio de gás e ameaça ser eterno. Culpa, a pobre mulher sente, e mais: sente medo. Nem sabe de quê, mas sente. Medo de não merecê-lo, medo de perdê-lo, medo do dia seguinte, medo das estatísticas, medo dos exemplos das outras mulheres, daquele mulher lá do início do texto, por exemplo, que se iludiu com mais um bobalhão que desapareceu sem deixar rastro-ou bobalhona foi ela, nunca se sabe. Mas o fato é que terminou o amor da mulher lá do início do texto, enquanto essa criatura feliz e apaixonada, é ao mesmo tempo infeliz e temorosa porque sente aquilo que tanta gente busca e pouco encontra: o tal amor como se sonha.
Uma mulher infeliz por amar de menos, outra infeliz por amar demais, e o amor injustamente crucificado por ambas. Ele, coitado, sendo acusado de provocar dor, quando deveria ser reverenciado simplemente por ter acontecido na nossa vida, mesmo que sua passagem tenha sido breve. E se não foi, se permaneceu em nossa vida, aí nem se fala. Qualquer amor-até aqueles que a gente inventa- merece nossa total indulgência, porque quem costuma estragar tudo, caríssimos, somos nós.
Martha Medeiros
Uma mulher namora um príncipe encantado por dois meses e então descobre que ele não é príncipe porcaria nenhuma, e sim um bobalhão que não soube equalizar as diferenças e sumiu no mundo sem se despedir. Mais um, segundo ela. São todos assim, os homens. Ela resmunga que não dá mesmo para acreditar no amor.
Peraí. Por que o amor tem que levar a culpa por esses desencontros? Que a princesa não acredite mais no Pedro, no Paulo ou no Pafúncio, vá lá, mas responsabilizar o amor pelo fim de uma relação e não querer mais se envolver com ninguém é preguiça de continuar vivendo. Não foi o amor que caiu fora. Aliás, ele talvez nem tenha entrado nessa história. Quando entra, é para contribuir, para apimentar, para dar sabor, para ser feliz. Se o relacionamento não dá certo, ou dá certo por um determinado tempo e depois acaba, o amor merece um aperto de mãos, um muito obrigada e até a próxima. Fique com o cartão dele, com os contatos todos, você vai chamá-lo de novo, vai precisar de seus serviços, esteja certa. Dispense namorados, mas não dispense o amor, porque este estará sempre a postos. Viver sem amor por uns tempos é normal. Viver sem amor para sempre é azar ou incompetência. Mas não pode ser uma escolha, nunca. Escolher não amar é suicídio simbólico, é não ter razão para existir. Não me venha falar de amigos e filhos e cachorros, essas compensações amorosas sofisticadas, mas diferentes. Estamos falando de homens e mulheres que não se conhecem até que um dia, uau. Acontece.
Segunda história. Uma mulher ama profundamente, é amada profundamente, os dois dormem embolados e se gostam de uma forma indecente, de tão certo que dá a relação, e de tão gostosa que são inclusive as brigas. Tudo funciona como um relógio que ora atrasa, ora adianta, mas não pára, um tiquetaque excitante que ela não divulga para as amigas, não espalha, adivinhe por quê: culpa. Morre de culpa desse amor que funciona, desse amor que é desacreditado em matérias de jornal e em pesquisas, desse amor que deram como morto e enterrado, mas que na casa dela vive cheio de gás e ameaça ser eterno. Culpa, a pobre mulher sente, e mais: sente medo. Nem sabe de quê, mas sente. Medo de não merecê-lo, medo de perdê-lo, medo do dia seguinte, medo das estatísticas, medo dos exemplos das outras mulheres, daquele mulher lá do início do texto, por exemplo, que se iludiu com mais um bobalhão que desapareceu sem deixar rastro-ou bobalhona foi ela, nunca se sabe. Mas o fato é que terminou o amor da mulher lá do início do texto, enquanto essa criatura feliz e apaixonada, é ao mesmo tempo infeliz e temorosa porque sente aquilo que tanta gente busca e pouco encontra: o tal amor como se sonha.
Uma mulher infeliz por amar de menos, outra infeliz por amar demais, e o amor injustamente crucificado por ambas. Ele, coitado, sendo acusado de provocar dor, quando deveria ser reverenciado simplemente por ter acontecido na nossa vida, mesmo que sua passagem tenha sido breve. E se não foi, se permaneceu em nossa vida, aí nem se fala. Qualquer amor-até aqueles que a gente inventa- merece nossa total indulgência, porque quem costuma estragar tudo, caríssimos, somos nós.
Martha Medeiros
O amor e a estrada
Compare o amor a uma estrada que liga dois lugares distantes. No início, tudo é novo, o asfalto, a paisagem, as cidades que margeiam a rodovia, e as pessoas que vamos encontrando pelo caminho. Como tudo é novidade nas primeiras viagens, nós nos desligamos um pouco das responsabilidades e do bom senso e vamos apreciando a paisagem com aquele encantamento que quase nos cega, fazendo da viagem um roteiro até perigoso. |
Autor Desconhecido |
A VIDA
Nos convencemos de que a vida vai ser melhor depois que nos casarmos, tivermos um filho, depois outro. Aí ficamos frustrados porque as crianças não são grandes ainda e achamos que ficaremos mais contentes quando elas crescerem. |
OS DESERTOS
O deserto tem muitas faces: solidão, aridez, desconforto, esterilidade. Todas as vezes que nos vemos em volta de tais realidades é porque inexoravelmente estamos atravessando um deserto. Não precisa ser um deserto físico. Pode ser uma doença inflexível, um problema familiar, uma angustia implacável da perda de um ente querido. Não importa! Seja literal ou não, geográfico ou conjuntural, físico ou psicológico, o fato é que desertos têm sempre a mesma fisionomia: são secos, solitários e terrivelmente deprimentes. São capazes de gerar em nós a pior das sensações: a solidão.
Mas por que passamos por Desertos? Qual o motivo que nos leva vez por outra a passarmos pela experiência dura dos desertos da vida? Por mais que tais realidades sejam subproduzidas por conjunturas criadas pelo próprio homem e suas próprias decisões, os desertos em nossas vidas são sempre é uma escola que Deus nos preparou com a finalidade única do ensinamento.
Quando o curso de nossa vida toma esse aspecto desolado dos ermos é porque Deus está querendo nos ensinar algumas lições importantes, as quais não germinam na topografia da alegria, da bonança e da prosperidade. Só os desertos oferecem "fertilidade" para tais verdades brotarem em nossas vidas. São três grandes lições que aprendemos nessa dura, terrível, mas necessária escola de Deus.
1. No deserto nós aprendemos a ouvir a SUA Voz
A palavra deserto, no hebraico 'midbar', vem da mesma raiz da palavra 'dabhar' – falar. Isto se deve intrinsecamente ao fato de que o deserto é um lugar onde Deus fala e nós nos dispomos a ouvir. Onde Ele nos comunica as Suas mais importantes mensagens, e nós damos ouvidos à sua voz. Passamos a vida inteira em nosso gáudio sem ouvir (ou dar ouvidos) à Sua voz, mas o deserto corrige isso: é o megafone de Deus, a dizer tudo aquilo que sempre relutamos ouvir, e a nos comunicar tudo aquilo que sempre prescindimos saber. Neste lugar solitário, só a voz de Deus é maior do que a voz da solidão e da dor. Se não fosse essa experiência do deserto pela qual passamos poderíamos viver a vida inteira sem ouvir ou conhecer o que Deus tanto deseja nos ensinar – e que só é possível trazendo-nos a essa angustiante escola de sofrimento.
2. No deserto nós aprendemos ser humildes
O deserto não é só um lugar de condições precárias para a sobrevivência, é também um lugar de obscuridade. Nos desertos nós temos que aprender a conviver com a dura realidade da solidão. Somos sacados da fama e abandonados no meio do solitário anonimato, deixamos de ser importantes, e temos que conviver com a dura realidade da obscuridade. Deixamos de ser "a bola da vez", o "cara in", a referência. Essas coisas deixam de ser importantes no deserto, lufgar onde se remove essa espessa e dura camada de orgulho com a qual nos vestimos nos momentos de prosperidade. Lá aprendemos que não precisamos dos "tapinhas nas costas", dos aplausos, dos holofotes da glória humana. Precisamos apenas Dele
3. No deserto nós aprendemos a lição do autoconhecimento
O deserto revela quem nós somos "... saber o que está no nosso coração...". Na verdade, não há nada como um deserto para nos ajudar a conhecer o nosso próprio eu. Quando estamos atravessando um deserto, é porque há uma face oculta do nosso ser que precisa ser conhecida e tratada na presença de Deus.
Não obstante todas as múltiplas faces aterrorizantes que os desertos tenham, todos eles cumprem esse propósito pedagógico em nossas almas. Deus jamais nos põe na fornalha ardente do deserto para nos destruir. Ele apenas nos refina. Nos torna melhores.
Colaboração Marcio Rodrigues Marques
Mas por que passamos por Desertos? Qual o motivo que nos leva vez por outra a passarmos pela experiência dura dos desertos da vida? Por mais que tais realidades sejam subproduzidas por conjunturas criadas pelo próprio homem e suas próprias decisões, os desertos em nossas vidas são sempre é uma escola que Deus nos preparou com a finalidade única do ensinamento.
Quando o curso de nossa vida toma esse aspecto desolado dos ermos é porque Deus está querendo nos ensinar algumas lições importantes, as quais não germinam na topografia da alegria, da bonança e da prosperidade. Só os desertos oferecem "fertilidade" para tais verdades brotarem em nossas vidas. São três grandes lições que aprendemos nessa dura, terrível, mas necessária escola de Deus.
1. No deserto nós aprendemos a ouvir a SUA Voz
A palavra deserto, no hebraico 'midbar', vem da mesma raiz da palavra 'dabhar' – falar. Isto se deve intrinsecamente ao fato de que o deserto é um lugar onde Deus fala e nós nos dispomos a ouvir. Onde Ele nos comunica as Suas mais importantes mensagens, e nós damos ouvidos à sua voz. Passamos a vida inteira em nosso gáudio sem ouvir (ou dar ouvidos) à Sua voz, mas o deserto corrige isso: é o megafone de Deus, a dizer tudo aquilo que sempre relutamos ouvir, e a nos comunicar tudo aquilo que sempre prescindimos saber. Neste lugar solitário, só a voz de Deus é maior do que a voz da solidão e da dor. Se não fosse essa experiência do deserto pela qual passamos poderíamos viver a vida inteira sem ouvir ou conhecer o que Deus tanto deseja nos ensinar – e que só é possível trazendo-nos a essa angustiante escola de sofrimento.
2. No deserto nós aprendemos ser humildes
O deserto não é só um lugar de condições precárias para a sobrevivência, é também um lugar de obscuridade. Nos desertos nós temos que aprender a conviver com a dura realidade da solidão. Somos sacados da fama e abandonados no meio do solitário anonimato, deixamos de ser importantes, e temos que conviver com a dura realidade da obscuridade. Deixamos de ser "a bola da vez", o "cara in", a referência. Essas coisas deixam de ser importantes no deserto, lufgar onde se remove essa espessa e dura camada de orgulho com a qual nos vestimos nos momentos de prosperidade. Lá aprendemos que não precisamos dos "tapinhas nas costas", dos aplausos, dos holofotes da glória humana. Precisamos apenas Dele
3. No deserto nós aprendemos a lição do autoconhecimento
O deserto revela quem nós somos "... saber o que está no nosso coração...". Na verdade, não há nada como um deserto para nos ajudar a conhecer o nosso próprio eu. Quando estamos atravessando um deserto, é porque há uma face oculta do nosso ser que precisa ser conhecida e tratada na presença de Deus.
Não obstante todas as múltiplas faces aterrorizantes que os desertos tenham, todos eles cumprem esse propósito pedagógico em nossas almas. Deus jamais nos põe na fornalha ardente do deserto para nos destruir. Ele apenas nos refina. Nos torna melhores.
Colaboração Marcio Rodrigues Marques
O Sapato
Um idoso fez sinal para um ônibus e, enquanto entrava, um de seus sapatos caiu para fora do veículo. A porta foi fechada, o motorista deu partida e o idoso não teve a chance de pegar o sapato.
Os outros passageiros esperavam uma péssima reação do idoso, mas se surpreenderam quando o viram jogando pela janela o outro pé de sapato.
Um dos passageiros, quis saber:
- O senhor me desculpe, mas por que o senhor jogou fora o outro sapato?
E o idoso, calmamente, respondeu:
- Joguei para que a pessoa que encontrá-los tenha chance de usá-los. Claro que, somente uma pessoa necessitada é que vai dar importância a um sapato usado encontrado no meio da rua. E de nada vai adiantar encontrar apenas um pé de sapato.
LIÇÃO DE VIDA:
Não vale a pena se agarrar a coisas materiais, simplesmente pelo prazer de tê-las.
Olhe ao seu redor, com certeza existe alguém precisando mais do que você.
Amigos são estradas
Amigos são estradas
Certos amigos são indispensáveis,
simples como aquela estradinha de terra no interior, onde do alto da colina podemos avistá-la inteirinha,
sabemos onde podemos ir e onde podemos chegar,
são transparentes e confiáveis.
Outros, acabaram de chegar,
como estradas que só conhecemos pelo Guia,
e vamos nos aventurando sem saber muito bem seus limites,
é um caminho desconhecido,
mas que sempre vale a pena trilhar.
Tem amigos que lembram aquelas estradas vicinais,
que pouco usamos, pouco vemos,
mas sabemos que quando precisarmos, ela estará lá,
poderemos passar e cortar caminho,
mesmo distante, estão sempre em nossa memória.
Por certo, também existem amigos que infelizmente,
lembram aquelas estradas maravilhosas,
com pistas largas e asfalto sempre novo,
mas que enganam o motorista,
pois são cheias de curvas perigosas,
e quando você menos espera...
é traído pela confiança excessiva.
E existem amigos que são como aquelas estradas
que desapareceram, não existem mais,
mas que sempre ligam a nossa emoção até a saudade,
saudade de uma paisagem, um pedaço daquela estrada,
que deixou marcas profundas em nosso coração.
Foram, mas ficaram impregnados em nossa alma.
E na viagem da vida, que pode ser longa ou curta
amigos são mais do que estradas,
são placas que indicam a direção,
e naqueles momentos em que mais precisamos,
por vezes são o nosso próprio chão.
Paulo GaefkeAna Bonadia
Certos amigos são indispensáveis,
simples como aquela estradinha de terra no interior, onde do alto da colina podemos avistá-la inteirinha,
sabemos onde podemos ir e onde podemos chegar,
são transparentes e confiáveis.
Outros, acabaram de chegar,
como estradas que só conhecemos pelo Guia,
e vamos nos aventurando sem saber muito bem seus limites,
é um caminho desconhecido,
mas que sempre vale a pena trilhar.
Tem amigos que lembram aquelas estradas vicinais,
que pouco usamos, pouco vemos,
mas sabemos que quando precisarmos, ela estará lá,
poderemos passar e cortar caminho,
mesmo distante, estão sempre em nossa memória.
Por certo, também existem amigos que infelizmente,
lembram aquelas estradas maravilhosas,
com pistas largas e asfalto sempre novo,
mas que enganam o motorista,
pois são cheias de curvas perigosas,
e quando você menos espera...
é traído pela confiança excessiva.
E existem amigos que são como aquelas estradas
que desapareceram, não existem mais,
mas que sempre ligam a nossa emoção até a saudade,
saudade de uma paisagem, um pedaço daquela estrada,
que deixou marcas profundas em nosso coração.
Foram, mas ficaram impregnados em nossa alma.
E na viagem da vida, que pode ser longa ou curta
amigos são mais do que estradas,
são placas que indicam a direção,
e naqueles momentos em que mais precisamos,
por vezes são o nosso próprio chão.
Paulo GaefkeAna Bonadia



